“Acho que tivemos um bom início, mas é complicado”, disse Verstappen. O piloto também afirmou que a Red Bull ainda tem trabalho pela frente para entender melhor o comportamento do carro: “Ainda há muitas coisas para revisar e tentar entender melhor”.
Red Bull dividiu o programa de pista entre as sessões
A leitura dos tempos ficou limitada porque a Red Bull seguiu caminhos diferentes ao longo do dia. No Treino Livre 2, Verstappen optou por não usar pneus macios e concentrou o trabalho em simulações de corrida. Segundo ele, a escolha foi feita para aproveitar a sessão caso a chuva aparecesse depois.
“Eu preferi começar logo com as simulações de corrida caso viesse chuva”, explicou o piloto da Red Bull.
Essa diferença de programa também embaralhou a comparação com os outros carros. A própria equipe executou trabalhos distintos entre as duas atividades, e as condições climáticas, somadas à temperatura da pista, deixaram a análise menos direta.
Calor e degradação do asfalto complicaram a leitura
Verstappen citou o calor intenso e a degradação do asfalto como fatores importantes no comportamento do carro e dos pneus. Esses dois elementos afetaram o desempenho ao longo das voltas e ajudaram a tornar o dia mais complexo do ponto de vista técnico.
O resultado dentro da própria Red Bull mostrou como a sexta-feira trouxe leituras abertas. Enquanto Verstappen terminou o Treino Livre 2 em quarto, Isack Hadjar, seu companheiro de equipe, foi o segundo mais rápido da sessão.
Outro ponto de contexto é que o RB22 de Verstappen recebeu melhorias introduzidas anteriormente pela equipe no Azerbaijão. Mesmo com esse pacote já no carro, o piloto indicou que a Red Bull ainda precisa revisar os dados antes de chegar a uma conclusão mais clara sobre o nível de competitividade mostrado nas duas sessões.