Os comissários apontaram que houve informação conflitante na sinalização exibida no trecho. Os fiscais mostravam placas de “SC” junto de bandeiras amarelas agitadas, embora o carro de segurança não tivesse sido acionado naquele momento.
Sinalização com “SC” não livrou Bortoleto da punição
Na defesa apresentada aos comissários, Bortoleto explicou que interpretou o aviso como parte de um procedimento de Safety Car. “Entendi que a sinalização fazia parte da indicação de Safety Car”, disse o piloto.
Bortoleto também alegou que não viu a indicação correspondente no painel eletrônico nem recebeu aviso no volante. Por isso, decidiu concluir a ultrapassagem sobre Pérez para não perder a posição.
Os comissários reconheceram que a sinalização incorreta contribuiu para a situação e registraram que “Bortoleto não pode ser considerado alguém que ultrapassou em condições de Safety Car”. Mesmo assim, mantiveram a sanção por entenderem que a bandeira amarela agitada é uma instrução independente e deve ser respeitada, ainda que houvesse confusão com as placas mostradas na pista.
Penalidade mudou a ordem com Pérez
Com o acréscimo de dez segundos ao tempo de prova, Bortoleto caiu para a última colocação, ficando atrás justamente de Pérez. O regulamento ainda prevê a possibilidade de recurso contra punições dentro dos prazos estabelecidos pelo Código Esportivo Internacional da FIA.
Colapinto também foi sancionado após toque com Gasly
Outro caso analisado pelos comissários no Azerbaijão envolveu Franco Colapinto. O piloto se envolveu em um acidente com Pierre Gasly na curva 1, em lance que também teve Lando Norris.
Na decisão, os comissários concluíram que Colapinto foi “total ou predominantemente responsável pelo acidente”. Como consequência, a punição foi convertida em perda de cinco posições no grid da próxima etapa.
































