Vasseur assumiu a chefia da Ferrari em 2023 e ainda não recolocou a equipe no topo da Fórmula 1. A Ferrari não conquista o título de pilotos desde 2007, embora o cenário esportivo de 2026 traga números mais sólidos no campeonato de construtores: a equipe aparece 72 pontos à frente da McLaren. No campeonato atual, Lewis Hamilton e Charles Leclerc somam uma vitória cada pela Ferrari.
Nota oficial veio em meio à pressão sobre o cargo
O posicionamento público da Ferrari foi divulgado em uma terça-feira, numa tentativa de conter o noticiário sobre a permanência de Vasseur. Entre as avaliações feitas sobre o cenário, Ted Kravitz afirmou: “Vasseur está seguro se a Ferrari terminar em segundo no campeonato de construtores neste ano”.
Mesmo com a nota da equipe, os rumores não desapareceram. Christian Horner foi ligado à Ferrari como um possível substituto de Vasseur. Outro nome citado é Antonello Coletta, responsável pelo programa da Ferrari no WEC, apontado como uma opção preferida dentro da estrutura da marca, mas sem interesse no cargo, de acordo com as informações publicadas.
Ferrari já adotou discurso semelhante antes da saída de Binotto
O caso de Vasseur ganhou uma comparação direta com um episódio recente da própria Ferrari. Antes da saída de Mattia Binotto, a equipe havia reagido às especulações com uma mensagem pública dizendo: “Quaisquer rumores sobre Binotto eram totalmente sem fundamento”.
Binotto deixou o cargo depois desse posicionamento, e seu último dia foi 29 de dezembro de 2022. Esse antecedente mantém a situação de Vasseur sob observação, principalmente porque os rumores sobre o futuro do dirigente já vinham se acumulando nas últimas semanas.
Além da pressão por resultados mais altos desde a chegada de Vasseur, a discussão sobre o comando da Ferrari acontece numa temporada em que a equipe tem vantagem relevante sobre a McLaren no campeonato de construtores, mas ainda convive com a cobrança por voltar a disputar o título de pilotos, que não vence desde 2007.