Ao olhar para a primeira passagem por Sepang e comparar com o cenário atual da Fórmula 1, Gasly destacou a mudança dos carros e da própria categoria ao longo dos anos. “É impressionante ver o quanto os carros e a categoria mudaram”, afirmou o francês.
O desafio em Sepang também passa pelas características tradicionais do circuito. A pista é considerada fisicamente exigente e costuma impor um fim de semana de calor, umidade e possibilidade de chuva, combinação que tende a aumentar a complexidade do trabalho de pilotos e equipes.
Colapinto chega a Sepang pela primeira vez
Se Gasly retorna a um circuito conhecido, Franco Colapinto terá seu primeiro contato com Sepang. O piloto da Alpine fez a preparação para a etapa no simulador da equipe em Enstone e relatou um trabalho direto com os engenheiros antes da viagem.
“Eu estava na fábrica às 5h com meus engenheiros”, disse Colapinto sobre a rotina de preparação para a estreia no circuito.
A diferença de experiência entre os dois pilotos coloca a Alpine em situações distintas no mesmo fim de semana: de um lado, Gasly volta a uma pista em que já correu na Fórmula 1; do outro, Colapinto chega ao traçado pela primeira vez e depende do trabalho de simulador para acelerar a adaptação.
Alpine vê oportunidades nas curvas rápidas do circuito
Além das exigências físicas e climáticas, Sepang também chama atenção pelas características do traçado. O circuito reúne curvas de média e alta velocidade, um ponto citado por Steve Nielsen, diretor da equipe Alpine, ao comentar o comportamento esperado da pista.
“As curvas de média e alta velocidade podem favorecer ultrapassagens”, afirmou Nielsen.
Esse perfil técnico de Sepang aparece como um dos elementos centrais para a Alpine no fim de semana, tanto pelo potencial de disputas na pista quanto pela necessidade de encontrar um acerto eficiente em um traçado que combina velocidade, desgaste físico e condições climáticas variáveis.