Depois da corrida em Baku, Ocon comemorou o resultado e tratou a chegada entre os oito primeiros como um impulso também para o ambiente interno da equipe. “Estou muito feliz com o resultado”, disse. Na sequência, acrescentou: “Isso traz uma energia boa e positiva para todos.”
O fim de semana ainda deixou a sensação de que havia espaço para algo melhor. Ocon terminou muito perto da sétima colocação, perdida para Arvid Lindblad por apenas 30 milésimos. O resultado ganhou peso em um campeonato de oscilação para a Haas, com variação de rendimento do carro que, segundo o cenário relatado, tem afetado mais Ocon do que seu companheiro de equipe, Oliver Bearman.
Declaração sobre o próprio nível vem em meio a incerteza para 2027
Ao falar sobre a própria situação, Ocon fez um comentário direto sobre como se enxerga dentro do grid. “Sou um dos melhores e não tenho medo de dizer isso”, afirmou o piloto da Haas ao mencionar sua habilidade e sua experiência em diferentes categorias.
O francês também mostrou incômodo com a forma como avalia o andamento da temporada. “Posso dizer que mereço isso, mas não todo o resto dessa bagunça”, declarou, em referência ao contraste entre o resultado em Baku e os problemas enfrentados ao longo do ano.
Bandeira amarela na classificação e próxima etapa em Sepang
Parte do contexto do desempenho no Azerbaijão passou pela classificação. Ocon foi prejudicado por uma bandeira amarela em Baku, fator que comprometeu sua posição de largada antes da recuperação na corrida.
A próxima referência citada pelo piloto é Sepang. Ocon destacou a característica técnica do traçado, descrito por ele como uma pista com muitas curvas de alta velocidade, ponto relevante para uma Haas que vem alternando rendimento de uma etapa para outra.
































