O resultado em Indianápolis muda o peso da temporada de Rosenqvist dentro da categoria. A vitória na Indy 500 tem valor esportivo próprio e é tratada como um feito de dimensão superior ao da classificação final do campeonato, o que recolocou o nome do piloto em outro patamar no mercado.
Além do triunfo na prova mais importante da Indy, Rosenqvist somou duas pole-positions e cinco chegadas no top 5 em 2026. O pacote de resultados ajudou a construir a retomada depois de três temporadas na Meyer Shank até alcançar um ano mais forte em desempenho e resultado.
Meyer Shank foi o ponto de reconstrução da carreira
Na temporada, Rosenqvist competiu em um ambiente que também reunia nomes como Will Power, Scott Dixon e Kyffin Simpson. Dentro desse cenário, encerrou o campeonato entre os dez primeiros e sustentou uma campanha mais sólida do que a de anos anteriores.
Mike Shank, sócio da Meyer Shank, resumiu o perfil do time ao comentar o contexto vivido por Rosenqvist: “Esse lugar é a casa para pilotos subestimados”.
A passagem pela Meyer Shank serviu como plataforma para a retomada do piloto antes do acerto com a McLaren. Os números de 2026 mostram velocidade em classificação, com duas poles, e presença constante nas primeiras posições em corrida, refletida nos cinco top 5.
Retorno à McLaren vem com resultado forte e dúvida sobre regularidade
Rosenqvist volta à McLaren em situação diferente da primeira passagem, agora respaldado pela vitória nas 500 Milhas de Indianápolis e por um campeonato concluído em nono lugar. Ainda assim, permanece a incerteza sobre a consistência que ele conseguirá apresentar no novo ciclo com a equipe.
Na formação da McLaren, Rosenqvist reencontra um grupo que inclui Pato O’Ward e Christian Lundgaard. Ele chega depois do melhor ano da fase recente da carreira, com a combinação de resultado em Indianápolis, duas pole-positions e cinco top 5 ao longo de 2026.