Leclerc partiu de segundo no grid, 0s837 atrás da pole de George Russell, que marcou 1min42s526. Na corrida, porém, o piloto da Ferrari perdeu contato com a disputa pela vitória. Quando o safety car foi acionado pela primeira vez, ele já estava 17s9 atrás de Russell. Depois do segundo safety car, perdeu mais 14s136 para o líder ao longo de 13 voltas. No fim, Russell venceu com Max Verstappen apenas 0s196 atrás, enquanto Lewis Hamilton terminou em sexto.
Declaração expôs escolha técnica da Ferrari
Após a prova, Leclerc confirmou que correu com a versão mais recente do motor da Ferrari. “Eu estava com a especificação mais recente do motor”, afirmou. Na sequência, ao perceber a repercussão da resposta, acrescentou: “Não sei se falei algo que não devia, mas achei que isso já era conhecido.”
O ponto sensível para a Ferrari é que havia dúvidas sobre o uso do ADUO2 depois do acidente em Monza. A equipe chegou a avaliar a instalação de um novo motor para Leclerc e também recorreu por pouco tempo ao ADUO1 antes de voltar ao ADUO2. A revelação do piloto, portanto, tornou pública uma informação que a Ferrari preferia manter reservada.
Resultado aumentou contraste entre classificação e ritmo de corrida
Além do desconforto com a fala de Leclerc, o desempenho da Ferrari em Baku também ajudou a ampliar a insatisfação após a corrida. Mesmo largando em segundo, o monegasco não conseguiu sustentar o ritmo dos ponteiros em um fim de semana em que Russell transformou a pole em vitória e Verstappen ficou colado no líder até a bandeirada.
A discussão sobre o motor ocorreu justamente porque a Ferrari ainda pesava qual caminho seguir com o carro de Leclerc depois das dúvidas deixadas pelo ADUO2. A equipe testou brevemente o ADUO1 antes de retornar ao conjunto mais recente, escolha que acabou sendo confirmada pelo próprio piloto após a prova.
































