Hadjar vinha logo atrás e encontrava mais desempenho naquele momento com pneus macios, enquanto Verstappen usava os médios. Houve a possibilidade de uma ordem de equipe para a troca de posições, mas a Red Bull preferiu não mexer na ordem entre os dois carros.
Diferença entre macios e médios apareceu no carro da Red Bull
O contraste de ritmo entre os dois pilotos esteve ligado ao comportamento dos compostos na corrida. Alex Brundle, comentarista da F1 Nation, resumiu a situação ao afirmar que “o pneu médio funcionou bem pior na Red Bull do que o pneu macio”.
Esse cenário ajudou a explicar por que Hadjar se aproximou de Verstappen em parte da prova. Com os macios, ele conseguia andar mais rápido do que o companheiro de equipe, que estava com os médios. Ainda assim, essa diferença não foi suficiente para transformar a aproximação inicial em uma ameaça efetiva nas voltas finais.
Equipe optou por preservar a ordem entre os pilotos
Na avaliação de Brundle, a Red Bull tratou o episódio dentro da estrutura interna já estabelecida. “Existe uma hierarquia nessa equipe, e eles decidiram não quebrá-la”, disse o comentarista da F1 Nation.
Brundle também classificou o momento como “uma interação interessante entre os dois”, em referência ao trecho da corrida em que a diferença de compostos abriu a discussão sobre uma possível troca de posições. Mesmo com Hadjar em condição momentaneamente melhor de ritmo, a equipe manteve Verstappen à frente.
No resultado final, a decisão não alterou o pódio de Verstappen, que cruzou em segundo lugar muito próximo de Russell. Já Hadjar, apesar do ritmo mais forte no início desse duelo interno, não conseguiu converter a vantagem dos pneus macios em uma posição suficientemente ameaçadora para forçar uma mudança na pista.
































