Vasseur tem contrato renovado por vários anos, em um vínculo que, em tese, vai até o fim de 2027. Ainda assim, a situação não é tratada como garantia de permanência. O precedente dentro da própria Ferrari é recente: Binotto também tinha contrato em vigor quando passou a ser alvo de rumores no fim de 2022.
Paralelo com 2022 volta ao noticiário da Ferrari
A frase de Vasseur remete diretamente à resposta dada por Binotto no encerramento daquela temporada. Na ocasião, o então chefe da Ferrari disse: “Obviamente, não cabe a mim decidir”. Dias antes, em 15 de novembro de 2022, a Ferrari havia classificado como infundados os rumores sobre a saída de Binotto. Em 29 de novembro, porém, a renúncia foi anunciada.
Naquele momento, Binotto tinha contrato até o fim de 2023. Vasseur aparecia entre os nomes cotados para a substituição e acabou assumindo o comando da Ferrari depois da saída do dirigente.
Perguntas sobre permanência irritam Vasseur
O tema passou a dominar as entrevistas da Ferrari novamente depois do GP de São Paulo. Vasseur já vinha demonstrando irritação com a insistência sobre o assunto e reclamou da repetição das perguntas. “Em cada entrevista, 25 vezes por dia, voltamos a isso”, afirmou o chefe da equipe.
A reação acontece mesmo após a renovação assinada na temporada passada. O contrato mais longo, porém, não eliminou as especulações em torno do cargo, justamente porque a Ferrari já viveu situação semelhante com Binotto apesar de um vínculo vigente.
Ferrari ainda tem sete corridas pela frente
O cenário segue aberto com sete corridas restantes na temporada atual. Até aqui, não há definição pública sobre qualquer mudança no comando da Ferrari, enquanto Vasseur continua no centro das perguntas sobre sua continuidade.
































