No levantamento de velocidade máxima da prova, Oscar Piastri e Lando Norris apareceram apenas em 16º e 19º lugares, respectivamente. No outro extremo, Esteban Ocon liderou a marca com 330,1 km/h, enquanto George Russell registrou 328,7 km/h e foi o segundo da lista.
Andrea Stella detalha onde a McLaren perdeu desempenho
Andrea Stella, chefe da McLaren, disse que há uma frente técnica clara para atacar. “Existe uma oportunidade significativa no tema da injeção de combustível”, afirmou.
O dirigente também apontou o carro como parte do problema. “Precisamos melhorar o arrasto aerodinâmico do carro”, disse Stella ao explicar os fatores que afetaram a competitividade da McLaren. Entre os pontos considerados pela equipe também está a escolha das relações de marcha para buscar velocidade final.
A dificuldade apareceu de forma mais clara no ritmo em reta durante a corrida, justamente um dos aspectos mais sensíveis do traçado em que a etapa foi disputada.
Fim de semana terminou sem pontos para Norris e Piastri
Além da limitação de desempenho, a McLaren viu o resultado desandar por motivos diferentes com seus dois pilotos. Norris abandonou a chance de pontuar depois de ser atingido por Franco Colapinto em uma batida após uma relargada com safety car.
Piastri, por sua vez, cometeu um erro que o tirou de uma posição de pódio e o fez terminar apenas em 13º. Stella resumiu o impacto da combinação entre acerto e execução na prova: “Pagamos o preço na corrida”.
O contraste com outro carro equipado com unidade de potência Mercedes também chamou atenção no fim de semana: Russell ficou entre os mais velozes na medição de reta, enquanto a McLaren terminou o GP com seus dois pilotos fora da zona de pontos.
































