As informações apontam que Vasseur não foi a primeira opção da Ferrari quando assumiu o posto. Christian Horner chegou a ser procurado para liderar a equipe, e Andreas Seidl também esteve entre os nomes preferidos antes de seu acerto com a Audi. John Elkann via Vasseur como uma terceira escolha, enquanto Charles Leclerc apoiou sua nomeação.
Horner foi procurado, mas ex-chefe da Ferrari rejeita mudança isolada
Maurizio Arrivabene, ex-chefe da Ferrari na Fórmula 1, descartou a ideia de que uma simples troca de comando resolva o cenário atual da equipe. “Na Ferrari, uma pessoa não vai mudar nada”, afirmou.
Ao comentar a possibilidade de Horner assumir o cargo, Arrivabene foi ainda mais direto: “A chegada de um líder com tantos títulos quanto Horner seria mais negativa do que positiva.” Para ele, o caminho necessário é outro: “Você precisa reconstruir.”
O nome de Horner aparece com frequência nas especulações sobre uma eventual sucessão, mas a leitura de Arrivabene é que a Ferrari precisa de um trabalho mais amplo do que apenas uma mudança no topo da estrutura.
D’Ambrosio e Coletta aparecem entre alternativas internas
Entre os nomes ligados ao futuro da Ferrari, Jérôme d’Ambrosio surge como um candidato. Ele chegou à equipe em 2024 e passou a ser mencionado para uma possível promoção caso a Ferrari opte por mexer no comando.
Outro nome citado é o de Antonello Coletta, responsável pela divisão de Endurance da Ferrari e associado ao sucesso da marca no WEC. A presença de alternativas internas amplia a lista de possibilidades em um momento no qual Vasseur segue pressionado, embora seu contrato vá até o fim de 2027.
Em meio às dúvidas sobre o comando, Lewis Hamilton manifestou apoio a Vasseur após o GP do Azerbaijão.