A discussão ganhou dimensão depois de comentários de Christian Horner, que colocaram a situação de Vasseur entre os assuntos mais acompanhados da Fórmula 1. Nos bastidores, o comportamento do chefe da Ferrari também passou a ser observado de perto.
Relatos apontam que Vasseur tem parecido “cansado” e “desgastado” para pessoas próximas. Em uma reunião recente de governança, ele teria adotado um tom monossilábico, em um sinal interpretado como perda de entusiasmo no cargo.
Ferrari já tem nomes citados para uma eventual sucessão
Caso a mudança se confirme, dois nomes aparecem no radar interno da Ferrari. Antonello Coletta, que comanda o programa da marca no WEC, é apontado como principal alvo para substituir Vasseur, embora haja resistência da parte dele.
Outra possibilidade é uma promoção de Jerome D’Ambrosio, atual braço direito de Vasseur dentro da estrutura da Ferrari. Ele surge como um candidato interno para assumir a função sem necessidade de buscar um nome fora da equipe.
Vasseur assumiu em 2023 e recebeu apoio de Hamilton
Vasseur está no comando da Ferrari desde o início de 2023, quando substituiu Mattia Binotto. Antes disso, já havia acumulado uma década de atuação na Fórmula 1, com passagens por Renault e Sauber/Alfa Romeo.
Mesmo com o aumento das especulações, Vasseur recebeu apoio público de Lewis Hamilton após o GP do Azerbaijão. O piloto resumiu sua posição de forma direta: “Eu acredito em Fred Vasseur”.
A indefinição sobre a permanência do dirigente convive com outro ponto relevante: apesar das especulações sobre nomes para o cargo, não há confirmação de mudança imediata, e a própria força de outras movimentações citadas no paddock ainda permanece incerta.