Ao comentar o efeito do noticiário externo no ambiente interno, Vasseur admitiu incômodo com a situação. “Não estamos trabalhando com perfeita tranquilidade”, disse o chefe da Ferrari. Na sequência, ele também descartou qualquer dúvida sobre sua postura no cargo: “Com certeza, estou aqui para fazer o meu trabalho”.
Vasseur assumiu a chefia da Ferrari em 2023, após deixar a Sauber, e renovou no ano passado com um contrato de vários anos. Mesmo com esse vínculo, o cargo segue no centro das atenções em um time que já teve cinco chefes de equipe em nove anos.
Declaração sobre Horner entra no centro da especulação
Ao falar diretamente sobre Horner, Vasseur tratou a situação do ex-dirigente da Red Bull de forma aberta. “O sr. Horner está procurando emprego. Todo mundo sabe disso, em todo lugar”, afirmou.
O comentário aparece no momento em que a Ferrari ainda briga pela segunda posição no campeonato, apesar da sequência recente sem pódios. A combinação entre resultados irregulares e ruído político recolocou o comando da equipe no debate, mesmo depois do retorno às vitórias nesta temporada.
Hamilton apoia Vasseur em meio ao momento da Ferrari
Lewis Hamilton, que se transferiu da Mercedes para a Ferrari em 2025, foi direto ao ser perguntado se a equipe está no caminho certo sob a liderança de Vasseur. A resposta do piloto foi curta: “Sim”.
O assunto também repercutiu fora da Ferrari. Jacques Villeneuve, comentarista da Sky Sports F1 e campeão mundial de 1997, avaliou que Horner é um nome relevante no mercado. “Christian Horner é alguém que você precisa levar a sério”, disse ao comentar o futuro do ex-chefe da Red Bull.
A sequência sem pódios contrasta com o início de recuperação da Ferrari em 2026, temporada em que a equipe voltou a vencer corridas e tenta sustentar a disputa pela vice-liderança do campeonato enquanto lida com as especulações sobre seu comando.