O ex-piloto e campeão de Fórmula 1 em 1997 afirmou que a equipe acertou ao não intervir naquele momento. “Foi perfeito. Não havia motivo para pedir que Max deixasse Isack passar”, disse Villeneuve à Sky F1 ao comentar a condução da Red Bull ao longo da prova.
Pneus diferentes criaram leituras distintas da corrida
Durante a disputa, Hadjar chegou a virar voltas mais rápidas do que Verstappen usando pneus macios. Do outro lado da garagem, Verstappen teve dificuldades com os compostos médios, cenário que poderia abrir espaço para uma inversão de posições dentro da equipe.
Mesmo com esse contraste de rendimento entre os pneus dos dois carros, a Red Bull preferiu manter a ordem na pista. A avaliação de Villeneuve foi de que Verstappen seguia sendo a melhor aposta para ganhar terreno na parte decisiva da corrida.
“Max tinha uma chance melhor de chegar à frente”, afirmou o canadense, ainda sobre a escolha da equipe de não pedir que Hadjar devolvesse posição ou fosse colocado à frente do companheiro.
Safety Car mudou a estratégia da parte final
A corrida ganhou um novo componente estratégico com a entrada do Safety Car na volta 31. Depois disso, Verstappen foi aos boxes e colocou pneus macios, mudança que alterou o cenário para as voltas finais e deu ao piloto uma condição diferente da que ele havia enfrentado com os médios.
Na sequência, após a segunda relargada, Verstappen conseguiu abrir vantagem sobre Hadjar. O movimento consolidou a escolha da Red Bull de manter o tetracampeão à frente no momento em que os dois carros viviam fases distintas de rendimento por causa dos compostos utilizados.
O resultado final confirmou a recuperação de Verstappen depois da largada em oitavo, enquanto Hadjar permaneceu atrás do companheiro mesmo tendo mostrado ritmo forte em parte da corrida com os pneus macios.
































