Depois da prova, a equipe publicou um posicionamento oficial sobre a reação de parte do público na internet. “Como equipe, sentimos que era necessário nos manifestar mais uma vez sobre o ódio e os abusos online”, afirmou a Alpine.
No comunicado, a equipe tratou o incidente como parte do contexto de uma corrida no limite e rejeitou os ataques pessoais aos envolvidos. “Erros acontecem quando se corre no limite e, independentemente do resultado, ninguém deve ser alvo de comentários odiosos”, disse a Alpine.
Equipe cobra reação contra abuso online
A manifestação também incluiu uma condenação direta ao comportamento de parte dos torcedores depois da batida. “Condenamos veementemente a reação de alguns fãs na internet”, declarou a equipe.
A Alpine acrescentou que vê uma obrigação de agir publicamente diante desse tipo de situação. “Temos a responsabilidade de nos manifestar e de ajudar a encontrar uma solução”, afirmou a equipe.
O posicionamento foi divulgado em meio à repercussão do acidente entre um dos pilotos da Alpine, Colapinto, e o companheiro Pierre Gasly, além de Norris. Como os três abandonaram a corrida após o toque na relargada, o incidente passou a dominar a discussão nas redes logo depois da prova.
Norris criticou Colapinto após a batida
Além da onda de mensagens nas redes, o acidente também gerou uma reação forte de Lando Norris. Após o episódio, Norris afirmou que Colapinto não deveria estar na Fórmula 1 e que o piloto deveria ser banido de uma corrida.
A resposta pública da Alpine veio justamente depois dessa sequência de repercussões envolvendo o lance da curva 1. No texto, a equipe não entrou em debate sobre culpa esportiva pelo acidente e concentrou a mensagem na condenação aos ataques dirigidos aos pilotos.
Gasly também abandonou a prova no mesmo incidente, o que ampliou o impacto do toque para a própria Alpine, já que os dois carros da equipe ficaram fora da corrida na relargada.
































