Depois da prova, Norris criticou Colapinto pelo acidente. Verstappen, que terminou a corrida em segundo lugar, adotou outra linha ao comentar o caso e discordou da ideia de uma punição esportiva mais pesada.
Verstappen cita reconhecimento do erro e pedido de desculpas
Ao falar sobre o incidente, o piloto da Red Bull afirmou que esse tipo de colisão pode ser tratado de outra forma quando há reconhecimento do erro por parte de quem provocou o toque. “Se o piloto que causou isso entende o que fez e pede desculpas, essas coisas acontecem”, disse Verstappen.
Na sequência, o campeão mundial também rejeitou diretamente a possibilidade de um gancho. “Uma suspensão é um pouco exagerada”, afirmou.
A batida ocorreu em uma relargada sob safety car, momento em que o pelotão volta agrupado e os espaços ficam menores. Foi nessa fase da corrida que Colapinto acertou o carro de Norris e provocou o abandono do piloto da McLaren.
Holandês já passou por episódio semelhante em 2025
A posição de Verstappen sobre o caso também aparece depois de uma situação parecida vivida por ele no GP da Áustria de 2025. Na ocasião, Kimi Antonelli bateu na Red Bull do holandês em um acidente lembrado nas discussões recentes sobre como pilotos reagem a erros de adversários.
Esse antecedente ajuda a explicar por que Verstappen tratou o episódio do Azerbaijão de forma menos punitiva do que Norris. Em vez de defender uma exclusão temporária de Colapinto, o piloto da Red Bull limitou sua avaliação à natureza do erro e à reação do responsável pelo contato.
O acidente também teve consequência direta para a McLaren no resultado da prova. Sem Norris até a bandeirada, a equipe saiu do Azerbaijão com Piastri em 13º, enquanto Verstappen converteu a corrida em segundo lugar.
































