O contato aconteceu na entrada da Curva 1 depois de uma intervenção do safety car. Segundo Lawson, o impacto abriu um buraco no assoalho do carro e comprometeu sua prova. “Simplesmente não entendo”, afirmou o piloto sobre a manobra do companheiro de equipe. Depois, detalhou: “Eu realmente não sei que espaço ele estava procurando.”
Toque entre companheiros marcou a relargada
Lawson e Lindblad dividem a garagem da Racing Bulls, e o episódio custou posições ao piloto que fazia sua primeira largada pela equipe desde a pausa de verão. Pelo rádio, logo após o toque, Lawson reagiu com ironia: “Cara, eu adoro ser tirado da corrida pelo meu companheiro de equipe. Sensacional.”
Mais tarde, o piloto evitou transformar o caso em um protesto interno. “Obviamente, eu não vou sair por aí protestando contra meu companheiro de equipe”, disse. Mesmo assim, reforçou o tamanho do dano: “Fui atingido com tanta força que abriu um buraco no meu assoalho.”
Lindblad diz que tentou limitar prejuízo e manteve o top 10
Lindblad afirmou que a relargada foi confusa e minimizou sua responsabilidade no lance. “Não havia muito que eu pudesse ter feito”, declarou. Em outra resposta, resumiu a situação na Curva 1: “Foi uma confusão total na entrada da Curva 1.”
Apesar do incidente, Lindblad conseguiu permanecer entre os dez primeiros e terminou em sétimo, à frente de Esteban Ocon por 0s030. Ao comentar o resultado, o piloto destacou a necessidade de salvar o que fosse possível: “É sempre uma questão de minimizar os danos.”
Mesmo fora da zona de pontuação, Lawson reconheceu o saldo coletivo da equipe no fim de semana. “No lado positivo, marcamos pontos como equipe”, disse. A Racing Bulls está na disputa com a Alpine pelo quinto lugar no campeonato de construtores.
































