Em comentário à Sky alemã, Schumacher foi direto sobre o caminho que tomaria: “Se eu estivesse em uma posição importante na Aston Martin, não perderia tempo e trocaria o motor”. Ele também classificou a situação da Honda como “um enorme constrangimento” e comparou o momento da fabricante com o avanço da Red Bull Powertrains-Ford.
Problemas de unidade de potência se acumularam em 2026
A pressão sobre a atual parceria cresceu depois dos episódios recentes envolvendo a unidade de potência. No GP do Azerbaijão, a Aston Martin acumulou 50 posições de penalidade entre os dois carros por ultrapassar o limite de componentes permitido.
Além das punições no grid, o carro de Fernando Alonso apresentou um possível vazamento de óleo durante o Treino Livre 2 em Baku. O espanhol também convive com fortes vibrações no motor desde o início da temporada, problema que se soma ao baixo rendimento da equipe no campeonato.
A Aston Martin soma apenas três pontos em 2026. Antes da atual associação com a Honda, a equipe utilizou motores Mercedes entre 2009 e 2025.
Conversas com a Mercedes já teriam sido iniciadas
O cenário levou Lawrence Stroll a iniciar conversas com a Mercedes sobre um possível retorno no futuro. Mesmo com esse movimento, a troca de fornecedora não poderia ser colocada em prática antes de 2028.
A situação de Alonso também foi comentada por Flavio Briatore, consultor-executivo da Alpine e empresário do piloto. Ao falar sobre a temporada do espanhol, Briatore disse: “Fernando nunca desiste, mesmo quando está enfrentando uma tragédia como este ano”.
































