“Nesta fase da minha vida, só existe uma equipe pela qual eu aceitaria trabalhar sem ter participação acionária”, afirmou Horner. Na sequência, apontou qual seria essa possibilidade: “A Ferrari é a marca mais tradicional da F1. É o sonho.”
Horner ficou 21 anos como integrante em tempo integral no pitwall da Red Bull e, desde a saída, teve o nome ligado a Aston Martin e Alpine. Mesmo com essas especulações, ele evitou confirmar qualquer acerto ou prazo para reaparecer na categoria. “Não sei se vou voltar ao grid da F1 no próximo ano”, disse.
Ferrari vive vice-liderança no campeonato
A declaração de Horner surge em um momento em que a Ferrari ocupa a segunda posição no campeonato de construtores, 145 pontos atrás da Mercedes. Ao mesmo tempo, circulam rumores sobre a permanência de Fred Vasseur no comando da equipe, embora não haja confirmação sobre uma mudança.
Sem cravar quando ou se voltará à Fórmula 1, Horner indicou que ainda considera a possibilidade de retomar um trabalho na categoria. “Sinto que ainda existe uma paixão dentro de mim”, afirmou.
Ex-chefe da Red Bull também cita Toto Wolff em tom de brincadeira
Durante a entrevista, Horner também fez referência à rivalidade que teve com Toto Wolff, chefe da Mercedes. Ao comentar o cenário atual da categoria, usou um tom descontraído: “Além disso, o cabelo do Toto precisa ficar um pouco mais despenteado.”
Desde que deixou a Red Bull, Horner está afastado da rotina da Fórmula 1, encerrando uma sequência de mais de duas décadas de atuação contínua na categoria. Até aqui, porém, a única equipe mencionada por ele como destino possível sem participação acionária foi a Ferrari.