O caso de Gibbs acabou tratado separadamente porque o objeto lançado por ele acertou a câmera de celular do repórter Michael Massie, do Frontstretch, que filmava a cena de perto. A avaliação da NASCAR é que, além do efeito visual em meio à briga, o gesto criou um risco desnecessário ao atingir uma área cheia de pilotos, integrantes de equipes e profissionais de imprensa.
NASCAR trata gesto de Gibbs como ponto específico do episódio
Quem detalhou a posição da categoria foi Mike Forde, vice-presidente de comunicações de competição da NASCAR, ao comentar a repercussão da briga entre Hocevar e Blaney. Segundo ele, a tendência é que a conversa com Gibbs aconteça já neste fim de semana.
Forde disse que o piloto pode ter encarado a atitude como parte do momento. “Ele provavelmente achou que era só uma coisa engraçada para acrescentar àquele momento”, afirmou.
Ao mesmo tempo, o dirigente destacou o potencial de perigo do lance. “Obviamente, isso poderia ser perigoso se acertasse alguém no lugar errado”, disse Forde, citando a possibilidade de a garrafa atingir alguém no olho ou em outra região sensível.
Disputa pela vitória antecedeu a confusão pós-corrida
Antes do tumulto, Gibbs estava diretamente envolvido na briga pela vitória. Na relargada final, ele disputava a ponta com Hocevar, até que Joey Logano superou os dois. Gibbs pilotava o Toyota número 54 da Joe Gibbs Racing.
A sequência entre a disputa na pista e a discussão depois da bandeirada colocou vários protagonistas do fim da corrida no centro da mesma cena: Hocevar e Blaney no confronto que gerou a confusão, Gibbs no arremesso da garrafa e Logano como o piloto que passou os dois rivais na relargada decisiva.
Até o momento, a NASCAR não anunciou qualquer sanção formal ligada ao arremesso. A medida confirmada pela categoria é a reunião com Gibbs em Kansas para tratar especificamente da atitude tomada em Bristol.