O crescimento da receita veio em uma temporada com 24 corridas e título de Lando Norris. Nas contas da categoria, a principal fonte de faturamento segue sendo as taxas pagas pelos organizadores para receber as etapas do campeonato.
Receita sobe, mas despesas administrativas chegam a US$ 226 milhões
Mesmo com o novo pico de arrecadação, as despesas administrativas da Fórmula 1 chegaram a US$ 226 milhões em 2025. O lucro operacional ficou em US$ 27 milhões, ligeiramente acima dos US$ 24 milhões apurados em 2024.
Já o lucro antes dos impostos praticamente não mudou na comparação anual. Em 2025, o resultado foi de US$ 22,87 milhões, contra US$ 22,85 milhões no exercício anterior.
Uma das diferenças mais relevantes entre os dois balanços aparece na linha de impostos. A Fórmula 1 pagou US$ 632.400 em 2025, bem abaixo dos US$ 10,9 milhões desembolsados em 2024.
Próximo balanço sai em 2027 e 2026 ainda está fora das contas
Os números divulgados agora não incluem os efeitos financeiros da temporada 2026. A próxima prestação de contas está prevista para setembro de 2027, quando a empresa deverá publicar os dados do exercício seguinte.
Os documentos também apontam fatores que podem afetar a receita futura, como eventuais adiamentos ou cancelamentos de GPs no Oriente Médio.
Além dos resultados financeiros, o material indica um plano de mudança de sede em 2027. A Fórmula 1 assinou em fevereiro de 2026 o contrato de locação para um novo escritório em Westminster.