Ao longo desse período, Baku se consolidou como presença frequente no calendário da F1, com exceção da temporada afetada pela COVID. A pista passou a fazer parte do roteiro regular da categoria e perdeu parte da impressão de novidade que cercava suas primeiras edições.
Baku deixou de ser exceção entre as pistas de rua
Na estreia, a etapa no Azerbaijão era comparada de forma quase automática a ruas clássicas da Fórmula 1, como Mônaco e Singapura. Nesse cenário, Baku era vista como uma proposta mais incomum dentro do campeonato.
Essa leitura mudou com a entrada de novos circuitos de rua no calendário. Com Jeddah e Las Vegas também incorporados à programação da F1, Baku passou a dividir características e expectativas com um grupo maior de etapas urbanas, em vez de ocupar um lugar tão isolado.
Calendário mais amplo mudou a percepção sobre o circuito
A presença de mais pistas de rua alterou a maneira como Baku é enquadrada dentro da temporada. O circuito segue classificado como traçado urbano, mas já não carrega sozinho a imagem de evento atípico que marcou seus primeiros anos na Fórmula 1.
Na prática, o GP do Azerbaijão entra em sua segunda década na categoria como uma etapa estabelecida do calendário, depois de ter estreado em 2016 e permanecido como presença recorrente desde então, interrompida apenas no ano em que a COVID tirou a prova da programação.