O tema ganhou força depois das queixas de Verstappen ao longo de 2026 e da definição do piloto sobre o comportamento do carro na classificação do GP da Itália, quando descreveu o RB22 como “um carro feito de papel”. Segundo Laurent Mekies, chefe da equipe, a Red Bull identificou o problema, mas ainda não chegou à origem exata.
Queda de rendimento aparece ao longo de sessões e corridas
De acordo com Mekies, a equipe concorda com a avaliação de Verstappen sobre a degradação de performance do carro. “Acho que Max está certo ao dizer que existe um elemento de degradação do desempenho do carro”, afirmou o dirigente.
Esse comportamento do RB22, relatado durante a temporada, aparece com a perda de rendimento ao longo das sessões e também nas corridas. O foco principal está no eixo traseiro, área em que a equipe tenta entender por que o carro deixa de operar no nível ideal depois de um determinado período.
Mekies também indicou que o problema não desapareceu e pode voltar a surgir. “Existem alguns aspectos do desempenho do carro que às vezes não permanecem no nível ideal”, disse.
Aprendizados em Madri ajudaram, mas não encerraram a questão
A Red Bull passou a aplicar aprendizados obtidos em Madri depois da corrida em Monza. Nesse cenário, o comportamento problemático do carro não apareceu com a mesma intensidade em Madring, o que deu à equipe uma direção de trabalho para as etapas seguintes.
Ainda assim, a solução está longe de ser definitiva. “Não temos todas as soluções no carro ainda, mas confio que estamos no caminho certo”, afirmou Mekies.
Sem Verstappen na disputa pelo título, a meta imediata do piloto é evitar uma temporada sem vitórias. O próprio holandês resumiu o tamanho do risco: “Caso isso não aconteça, será a primeira vez desde 2015 que terminaria um ano sem vencer nenhum GP.”
































