Fórmula 1

Aston Martin leva versão final do AMR26 ao GP do Azerbaijão sob avaliação sobre motores

A Aston Martin vai estrear no GP do Azerbaijão o último pacote de atualizações do AMR26 na temporada 2026. A equipe espera um corte significativo no tempo de volta com as mudanças, mas o fim de semana também acontece em meio a dúvidas sobre o desempenho da unidade de potência Honda Spec-2 e à análise interna sobre uma possível volta à Mercedes como parceira de motores.

Aston Martin leva versão final do AMR26 ao GP do Azerbaijão sob avaliação sobre motores
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O pacote de Baku representa o encerramento do desenvolvimento aerodinâmico planejado para o carro deste ano. Depois disso, a Aston Martin deve seguir o restante da temporada com essa configuração como base, sem novas evoluções de aero previstas para o AMR26.

Baku marca o fim do desenvolvimento aerodinâmico do AMR26

Enrico Cardile, diretor técnico da Aston Martin, indicou que o carro já vinha recebendo ajustes menores nas etapas recentes antes da atualização principal. “Depois da Hungria, levamos alguns pequenos refinamentos”, afirmou.

Agora, a equipe considera que o carro chegou ao ponto final do cronograma de evolução. “A partir de Baku, basicamente vamos correr com a versão final do carro”, disse Cardile ao explicar o plano da Aston Martin para as próximas corridas.

Na prática, a etapa passa a ser a principal referência para medir o alcance do projeto de 2026. Como o pacote é tratado como a última atualização prevista, o desempenho do AMR26 daqui em diante deve refletir quase integralmente o potencial do conjunto atual em termos aerodinâmicos.

Rendimento da Honda Spec-2 segue no centro da avaliação

A Aston Martin chega à etapa após um desempenho ruim com o motor Honda Spec-2. Por isso, a expectativa em torno do novo pacote não se limita à eficiência aerodinâmica: o efeito real das mudanças também depende de quanto a unidade de potência permitirá transformar esse ganho em desempenho de volta.

Esse ponto é especialmente relevante porque a equipe considera um retorno à Mercedes como fornecedora de motores. A análise envolve o cenário para 2027, enquanto a Aston Martin tenta entender se o problema está restrito a partes do carro ou se o rendimento da parceria atual pesa de forma decisiva no resultado em pista.

O GP do Azerbaijão, portanto, coloca lado a lado dois elementos da mesma avaliação: a estreia da versão final do AMR26 e a necessidade de medir quanto a Honda Spec-2 acompanha o potencial do pacote que a equipe acredita ser capaz de reduzir de forma importante o tempo de volta.

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Redação F1 Racing Mania

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