O problema aparece de forma mais evidente no eixo traseiro do carro. Durante o GP da Itália, Verstappen chegou a descrever o RB22 como “um carro feito de papel”, em referência à perda de rendimento ao longo do fim de semana.
Mekies confirmou o diagnóstico relatado pelo piloto. “Max está certo ao dizer que existe uma degradação de desempenho do carro”, afirmou. O dirigente disse ainda que a Red Bull já testou algumas medidas e avançou na compreensão do quadro nas etapas de Monza e Madri, mas sem encontrar uma resposta definitiva.
Equipe ainda busca a causa exata da falha
Embora tenha feito progresso recente, a Red Bull ainda não fechou o diagnóstico completo sobre a origem do problema. “Não temos todas as soluções no carro ainda, mas confio que estamos no caminho certo”, disse Mekies.
A dificuldade, segundo o cenário descrito pela própria equipe, é que a correção não depende de um ajuste pontual. As mudanças necessárias são tratadas como mais profundas e ligadas ao projeto do carro, o que empurra uma solução mais robusta para 2027.
Limitação para mexer no carro pesa no curto prazo
Até o fim da temporada de 2026, a Red Bull terá limitações para realizar alterações no RB22, o que reduz a margem para uma correção ampla ainda neste campeonato. Por isso, a equipe já admite que o comportamento do carro deve continuar presente no curto prazo.
“Não será rápido, então é algo que provavelmente vai nos acompanhar até o próximo ano”, afirmou Mekies.
Mesmo em meio ao problema, Verstappen mantém uma marca importante: ele venceu pelo menos uma corrida em todas as temporadas desde 2016.
































