Esse plano pode adiar por 12 meses uma definição direta entre Tsolov e Lawson dentro da estrutura da Red Bull. Internamente, Tsolov já aparece como candidato forte a um assento na equipe. Alan Permane o classificou como o “próximo da fila” para chegar à Racing Bulls, mas a tendência atual é de que essa promoção não aconteça de imediato.
Super Formula surge como rota alternativa para o líder da Fórmula 2
A possibilidade de levar Tsolov para a Super Formula seguiria um caminho que a Red Bull já usou com outros pilotos. Lawson disputou a categoria em 2023 e terminou como vice-campeão antes de assumir de forma permanente a vaga de Daniel Ricciardo em 2024. Pierre Gasly também correu na Super Formula em 2017, depois de conquistar o título da GP2.
As indicações mais recentes apontam que Tsolov é “provável para um papel de piloto reserva” na próxima temporada, embora a definição ainda não esteja fechada. Se confirmar a ida ao Japão e tiver bom desempenho, ele pode se colocar em posição favorável para uma vaga em 2028.
Desempenho de Lawson ajuda a segurar o assento
Do lado de Lawson, os números da temporada ajudam a sustentar a permanência. O piloto marcou 59 pontos em 14 corridas, resultado que mantém sua candidatura forte para seguir na Racing Bulls por mais um ano.
Outro fator considerado pela Red Bull foi o desempenho de Lawson em sua passagem de três corridas como substituto de Isack Hadjar. A avaliação interna foi de “satisfação com a passagem de três corridas de Lawson”, segundo o relato publicado.
O cenário do programa de base também pesa nessa conta. Arvid Lindblad, outro nome monitorado pela Red Bull, faz sua temporada de estreia na Fórmula 2 e aparece logo fora do top 10 na classificação. Com isso, Tsolov segue como o principal nome da fila entre os jovens pilotos, mas a tendência é que a decisão sobre uma troca com Lawson fique para depois.