Vasseur abordou o assunto em meio a um cenário de cobrança por resultados, mas indicou que a relação com a cúpula da empresa segue ativa. Segundo ele, o contato com a direção acontece de forma frequente e em tom construtivo, mesmo após uma etapa difícil.
Vasseur cita diálogo frequente com a cúpula da Ferrari
Ao comentar o ambiente interno, Vasseur, chefe da Ferrari, disse que a comunicação com os principais nomes da empresa permanece aberta. “O canal de comunicação está sempre aberto de forma construtiva”, afirmou.
A presença de representantes da alta administração da Ferrari em praticamente todos os fins de semana de corrida ajuda a contextualizar esse contato. Entre os nomes ligados à estrutura de comando da empresa estão John Elkann, Benedetto Vigna e Piero Ferrari.
O tema ganhou ainda mais espaço depois da atuação discreta em Monza, que aumentou o volume de especulações em torno de Vasseur. Mesmo com esse cenário, o dirigente adotou um discurso direto sobre a pressão inerente ao posto.
Resultado em Monza aumenta cobrança antes da próxima etapa
Vasseur resumiu a situação de forma objetiva ao tratar do peso do cargo. “Pressão faz parte do trabalho”, declarou.
A Ferrari viveu um fim de semana complicado em sua corrida em casa, e o sexto lugar de Hamilton acabou simbolizando o tamanho da dificuldade enfrentada pela equipe na etapa. O desempenho abaixo do esperado alimentou o debate sobre o momento do time e sobre a continuidade de Vasseur no comando.
A próxima corrida do calendário será o GP de Madri, que chega na sequência de uma etapa em que a Ferrari voltou a conviver com questionamentos externos, enquanto Vasseur manteve a linha de não gastar energia com o assunto e de seguir em contato com a direção da empresa.
































