Hadjar chegou a ser visto no circuito de Madri usando proteção no pulso, mas a equipe segue tratando a volta com cautela. O entendimento interno é de que ele só será liberado quando estiver totalmente recuperado, sem antecipar o retorno apenas para cumprir um prazo.
Mekies mantém critério de recuperação completa
Laurent Mekies, chefe da Red Bull Racing, vinha sustentando publicamente esse mesmo critério desde a ausência inicial de Hadjar. Ao explicar a situação do piloto, ele afirmou: “Sempre dissemos que daríamos prioridade ao seu retorno quando ele estivesse 100%”.
Mekies também disse que a recuperação segue dentro do previsto. “Sinceramente, não há nada de errado com a recuperação dele”, declarou. Em outra explicação sobre a decisão de deixá-lo fora, resumiu: “Foi uma decisão fácil. Ele não se sentia 100%”.
Em manifestação anterior sobre o mesmo tema, o dirigente já havia adotado a mesma linha ao afirmar que Hadjar “só voltaria quando estivesse plenamente apto”.
Ausência de Hadjar mexeu nas duas equipes do grupo
A lesão provocou mudanças não só na Red Bull, mas também na Racing Bulls. Lawson foi deslocado da equipe satélite para substituir Hadjar a partir do GP da Holanda e permanece na vaga enquanto o titular segue em recuperação.
Com a movimentação, Yuki Tsunoda passou a ocupar o assento deixado por Lawson na Racing Bulls. A reorganização foi mantida nas três etapas em que Hadjar esteve fora e continua valendo para o Azerbaijão.
O GP do Azerbaijão é tratado como a etapa visada para a volta de Hadjar, mas a presença do piloto ainda depende da avaliação física final. Até aqui, a Red Bull tem mantido a mesma condição em todas as manifestações sobre o caso: o retorno só acontecerá quando ele estiver completamente apto para correr.