Chefe da Ferrari, Vasseur afirmou que a equipe desembarca para a etapa espanhola com a intenção de responder imediatamente. “Vamos chegar a Madri com toda a energia de que precisamos para buscar um bom resultado”, disse.
Monza expôs limitações da Ferrari em velocidade de reta
Além do resultado abaixo do esperado, a etapa anterior também manteve em evidência uma das principais fraquezas do carro da Ferrari em 2026: a velocidade de reta. A avaliação é de que a fabricante ainda está mais de 4% atrás da Red Bull, referência atual entre os motores do grid.
A Ferrari introduziu na temporada sua segunda e última atualização de motor, dentro de um processo que exige prazo longo de desenvolvimento e é condicionado pelas restrições orçamentárias. Ao comentar a perda de desempenho, Vasseur afastou uma explicação específica ligada ao uso de energia da unidade de potência: “Sinceramente, não é uma questão de deployment”.
O dirigente também indicou que a evolução tem vindo de forma gradual. “Estamos dando pequenos passos”, afirmou ao tratar do desenvolvimento dos motores Ferrari.
Circuito em Madri pode favorecer características diferentes
A expectativa da Ferrari para a próxima etapa passa também pelas características do circuito de Madri. O traçado é descrito como mais travado, um cenário que pode favorecer mais a equipe do que uma pista em que a eficiência em reta pesa tanto quanto em Monza.
Vasseur reconheceu o peso do mau resultado na etapa italiana, mesmo após tentar tratar o evento como uma corrida normal ao longo da semana. “É verdade que Monza, para nós, mesmo que eu passe a semana dizendo que é uma corrida normal, é…”, disse o chefe da Ferrari, ao abordar o tamanho da frustração com o desempenho.
Enquanto trabalha com a especificação final de motor disponível para 2026, a Ferrari também é esperada com uma nova unidade de potência para a temporada de 2027.