“Não acho que o ranking reflita com precisão nosso desempenho real”, disse Gasly. Em seguida, reforçou a expectativa para a classificação: “Estou confiante de que podemos estar na disputa para o Q3.”
A sexta-feira da Alpine teve uma configuração diferente para Gasly, que não participou do TL1 porque cedeu o carro a Paul Aron. No primeiro treino, Aron terminou em décimo, enquanto Franco Colapinto foi nono. Já no TL2, Colapinto fechou a sessão em 11º, duas posições à frente de Gasly.
Treinos indicaram equilíbrio e leitura complexa dos tempos
A própria equipe teve uma referência de comparação limitada ao longo do dia, já que Gasly e Colapinto usaram pneus diferentes nos treinos. Esse detalhe ajuda a explicar por que os tempos da sexta-feira podem não oferecer um retrato definitivo da ordem de forças para a classificação.
Outro fator citado no contexto da atividade foi o calor intenso, que pode ter influenciado o comportamento do carro ao longo das sessões. Dentro desse quadro, a Alpine tratou os resultados modestos dos treinos livres com cautela, sem tomar a tabela de tempos como reflexo exato do potencial para o sábado.
Colapinto relata problema de aderência no TL2
Se Gasly saiu da sexta-feira falando em possibilidade de Q3, Colapinto destacou uma dificuldade específica enfrentada no segundo treino. O piloto relatou perda de aderência principalmente na parte central das curvas, ponto importante para a busca por desempenho em volta rápida.
“Parecia que eu não tinha mais aderência, especialmente nos ápices das curvas”, afirmou Colapinto.
Na atividade da manhã, Paul Aron disse que a participação foi produtiva para a Alpine. “A equipe conseguiu cumprir a maior parte do programa”, afirmou o piloto, que levou o carro ao top 10 no TL1.