Chefe da McLaren, Stella contestou diretamente o tom das declarações feitas após o julgamento. “Essa coletiva é bastante ofensiva para a McLaren”, afirmou. O dirigente também respondeu às insinuações sobre a atuação de um dos juízes no caso: “Se alguém faz esse tipo de acusação, vai ter que assumir a responsabilidade”.
Como a revisão do resultado chegou à Corte de Apelação
O caso teve início quando a Alpine conseguiu anular inicialmente as punições de Gasly ao questionar a medição no pitlane. McLaren e Red Bull contestaram essa revisão, e a disputa foi levada à Corte Internacional de Apelação da FIA, onde o tema foi analisado por um painel de quatro juízes.
No centro da controvérsia também apareceu o nome de Filippo Marchino, um dos integrantes do painel. Briatore citou supostos vínculos do juiz com a McLaren, alegação que não foi comprovada.
McLaren diz que decisão trouxe clareza sobre regra da FIA
Stella afirmou que o julgamento teve relevância além da mudança na classificação final. Segundo ele, o ponto principal foi o esclarecimento da aplicação do Artigo 1.1.1 do Código Esportivo Internacional. “É importante porque traz clareza sobre a aplicação do Artigo 1.1.1 do Código Esportivo Internacional”, disse.
A restauração das duas punições devolveu a Gasly um acréscimo total de dez segundos no tempo de prova. Na prática, a alteração mexeu diretamente na zona de pontuação e beneficiou a McLaren no resultado final, com a subida de Piastri para quarto lugar.
A contestação apresentada por McLaren e Red Bull foi decisiva para reabrir o tema depois que a Alpine havia revertido as punições no primeiro momento ao discutir o método de medição no pitlane.