A decisão recoloca em vigor a punição que havia mudado a classificação da prova e encerra a contestação apresentada por Red Bull e McLaren. As duas equipes recorreram à Corte de Apelação depois da revisão que beneficiou Gasly, e o tribunal esportivo da FIA reverteu esse entendimento.
Pitlane esteve no centro da disputa pelo resultado
O caso girou em torno de duas infrações de excesso de velocidade no pitlane atribuídas a Gasly. Inicialmente, as duas punições de cinco segundos alteraram sua posição na classificação final. Depois, a Alpine obteve a anulação dessas sanções ao sustentar que houve um erro na medição do pitlane.
Red Bull e McLaren contestaram essa reavaliação, levando o tema à instância de apelação da FIA. Com o restabelecimento das punições, o resultado original de Hadjar na pista volta a valer, e o piloto recupera oficialmente o lugar no pódio.
Red Bull cita critério de punição e peso esportivo do resultado
Laurent Mekies, chefe da equipe Red Bull, comemorou a decisão e associou o desfecho à necessidade de uniformidade nos critérios aplicados durante as corridas. “Estamos muito felizes que o tribunal tenha restabelecido o pódio do Isack”, afirmou.
Mekies também disse que a discussão não se limitava apenas à posição final em Mônaco. “Era importante ter uma forma consistente de disputar as corridas”, declarou o dirigente ao comentar os critérios de punição usados no episódio envolvendo o limite de velocidade no pitlane.
Além da mudança na classificação, o chefe da Red Bull destacou o significado esportivo do resultado para o piloto. “Foi o primeiro pódio dele conosco”, disse Mekies sobre Hadjar, que volta a ter oficialmente reconhecido o terceiro lugar obtido na prova.