A ausência em Zandvoort foi a consequência imediata do problema físico. Desde então, a principal atualização pública sobre o quadro veio do próprio Hadjar, que relatou sinais positivos na recuperação, mas sem cravar o retorno para a próxima etapa.
Ao comentar a lesão, o piloto disse que a situação é inédita em sua trajetória. “Na verdade, é a primeira lesão que tenho na vida”, afirmou Hadjar. Em outra atualização sobre a recuperação, acrescentou: “Não está inchado, o que é muito bom.”
Retorno ainda não foi oficializado
Apesar do otimismo demonstrado por Hadjar, nem o piloto nem a Red Bull confirmaram oficialmente sua volta ao cockpit para o fim de semana do GP da Itália. O cenário, por enquanto, é de expectativa em torno da liberação para correr entre 4 e 6 de setembro.
A cautela se explica pelo fato de que a única certeza até aqui é a ausência na corrida anterior e a existência da lesão sofrida nas férias. A equipe não anunciou formalmente uma definição sobre a escalação do piloto para a próxima prova.
Mekies comenta contexto de substituição
No contexto da mudança necessária após a ausência de Hadjar, Laurent Mekies, chefe de equipe da Red Bull, falou sobre a complexidade desse tipo de ajuste. “Nunca é fácil sair de uma equipe para outra”, declarou.
A declaração de Mekies não confirmou prazos para o retorno de Hadjar, mas se insere no cenário criado pela troca exigida pela ausência do piloto em Zandvoort. Até o momento, a atualização mais objetiva sobre a recuperação continua sendo a relatada pelo próprio Hadjar, que destacou a falta de inchaço como um sinal positivo no processo.