“Tivemos sorte de chover. Nosso carro não era rápido o bastante no seco”, afirmou Norris após a tomada de tempo. Em outra avaliação sobre o fim de semana, ele resumiu a preferência para a corrida: “Eu estava mais confiante no molhado”.
A expectativa é relevante porque o próprio Norris indicou que a McLaren não tem alcançado o ritmo esperado em condições secas. A chuva, portanto, aparece como um fator que pode equilibrar o cenário para quem sai da primeira posição.
Leclerc larga em 14º e aponta a chuva como ponto fraco da Ferrari
Se Norris vê vantagem numa prova instável, Charles Leclerc chega ao domingo com preocupação maior caso o tempo vire. O piloto da Ferrari vai começar em 14º depois de receber uma penalidade de 10 posições no grid.
Leclerc disse que o desempenho da Ferrari no molhado tem sido uma limitação recorrente. “As sessões na chuva sempre foram, no geral, nossa maior fraqueza”, declarou.
A combinação entre uma largada mais atrás e a possibilidade real de chuva complica ainda mais a corrida da Ferrari. O cenário ganha peso porque Leclerc já parte fora da faixa da frente do grid e reconhece que esse tipo de condição não favorece a equipe.
Alonso aceita o risco e vê chance de pontuar com pista molhada
Fernando Alonso também aparece entre os pilotos que preferem uma corrida com chuva. O piloto da Aston Martin vai largar em oitavo e indicou que aceita o risco de uma prova mais imprevisível para aumentar as possibilidades de marcar pontos.
“Acho que preferimos aceitar esse risco”, disse Alonso.
O grid ainda terá nomes importantes espalhados mais atrás. Lewis Hamilton inicia em 20º, Max Verstappen em 21º, Rafael Câmara parte em 11º e Gabriel Bortoleto larga em 19º. Com esse desenho, uma corrida sob chuva pode embaralhar ainda mais a ordem já na largada e nas primeiras voltas.