Norris garantiu a primeira posição do grid ao superar George Russell e Kimi Antonelli. A classificação foi disputada sob chuva, e a previsão para a corrida indica precipitação persistente ao longo do dia. Esse cenário ajuda a explicar por que os dois pilotos da McLaren saíram da mesma sessão com leituras tão diferentes sobre o carro.
Norris liga a pole às condições de pista molhada
Ao comentar o resultado, Norris relacionou diretamente a pole ao clima. “Tivemos sorte de a pista estar molhada, porque, se estivesse seco, eu não estaria sentado aqui”, afirmou o piloto da McLaren.
Ele também indicou qual condição prefere para a corrida. “Estou torcendo para uma corrida molhada”, disse Norris, em linha com a previsão de chuva persistente. Como o MCL40 é o carro usado pela McLaren nesta temporada, a fala coloca o desempenho do modelo no centro da diferença de leitura entre os dois lados da equipe.
Piastri lamenta Q2 e aposta em cenário diferente para a corrida
Do outro lado da garagem, Piastri terminou a classificação com um resultado bem mais discreto. Eliminado no Q2, ele partirá apenas em 10º no grid depois de uma sessão em que não conseguiu avançar à fase final.
O australiano lamentou o desfecho. “É decepcionante não ter aproveitado mais a sessão”, afirmou. Ainda assim, a avaliação dele sobre o carro foi na direção oposta à de Norris: “Se estiver seco, parecemos fortes”.
A divergência aparece de forma direta nas expectativas para a corrida. Norris sai da pole e quer a manutenção da chuva; Piastri larga mais atrás e vê no piso seco uma condição mais favorável para a McLaren. A previsão, porém, segue apontando chuva persistente para o domingo.