O novo acordo amplia um vínculo que havia sido assinado na véspera da edição de 2023. Com a extensão, a categoria mantém no calendário uma de suas corridas mais tradicionais, realizada no Brasil desde o retorno da etapa ao campeonato em 1990, após a mudança do Rio de Janeiro.
Stefano Domenicali, presidente e CEO da Fórmula 1, afirmou que “o Brasil é uma parte importante da história da Fórmula 1 e também do nosso futuro”.
Contrato amplia presença de longo prazo no calendário
A renovação formaliza a continuidade de uma etapa que passou a ser oficialmente chamada de GP de São Paulo nos últimos anos. O novo acerto é de cinco anos entre as partes envolvidas e consolida o espaço da corrida brasileira no planejamento de longo prazo da categoria.
Alan Adler, CEO do evento, classificou a extensão como “motivo de imenso orgulho” e associou o novo acordo à parceria com a Fórmula 1 e com a Prefeitura de São Paulo.
Organizadores citam impacto econômico e público da etapa
Entre os números apresentados para sustentar a permanência da corrida, os organizadores apontam que a edição de 2022 recebeu 303 mil fãs e gerou impacto econômico de R$ 2,3 bilhões para São Paulo. Os dados foram divulgados pelos responsáveis pelo evento.
Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, afirmou que a prova “impulsiona a economia, cria empregos e fortalece o turismo”.
Corrida de 2026 terá dois brasileiros no grid
Além da renovação contratual, a edição de 2026 do GP de São Paulo terá dois pilotos brasileiros no grid pela primeira vez em uma década. Os nomes citados no anúncio são Gabriel Bortoleto e Rafael Camara.
A permanência da etapa até 2035 mantém no calendário uma corrida que voltou à Fórmula 1 em 1990 e segue vinculada a Interlagos sob a denominação oficial de GP de São Paulo.