Piloto da Sauber, Bortoleto falou da relação construída desde a infância com a imagem de Senna. “Ele é o meu ídolo. Cresci ouvindo falar dele em casa”, disse. Além da referência pessoal, o brasileiro preparou uma pintura especial no capacete em homenagem ao ex-piloto durante o fim de semana.
Na Alpine, Franco Colapinto também associou sua trajetória ao legado de Senna. “O Senna foi uma grande inspiração para mim desde muito novo”, afirmou. A lembrança do argentino amplia o alcance da influência do brasileiro entre pilotos de diferentes formações e nacionalidades que hoje estão no paddock da Fórmula 1.
Vitória de 1991 segue como ponto de referência
A vitória de Senna no GP do Brasil de 1991 apareceu como uma das memórias mais citadas pelos pilotos ao falar sobre o impacto do brasileiro. Rafael Câmara mencionou justamente essa corrida ao comentar a dificuldade de compreender como Senna conseguiu completar aquela atuação.
“Eu não vi a corrida inteira, mas não sei como ele conseguiu fazer aquilo”, afirmou Câmara sobre a prova de 1991. A corrida permanece como uma referência para pilotos mais jovens que não acompanharam a carreira de Senna ao vivo, mas cresceram ouvindo relatos e revendo momentos marcantes da trajetória dele.
Estreia de Câmara pela Haas entra no contexto do fim de semana
O GP de São Paulo também marca a estreia de Rafael Câmara na Fórmula 1 pela Haas. A presença do brasileiro no grid adiciona outro elemento ao ambiente de homenagens e lembranças ligadas a Senna, já que Câmara passa a viver seu primeiro fim de semana de corrida na categoria principal justamente em um evento cercado por esse tipo de referência.
Colapinto comentou a oportunidade recebida por Câmara e elogiou o momento do piloto da Haas. “Ele merece essa oportunidade de disputar esta corrida pela Haas”, afirmou o piloto da Alpine ao falar sobre a chegada de Câmara à Fórmula 1.