“Eu costumava odiar a combinação dos hinos da Itália e da Alemanha”, disse Kallenius. Agora, segundo o dirigente, o sentimento é oposto: “Agora eu adoro a combinação dos hinos da Itália e da Alemanha”.
Na Fórmula 1, os hinos do piloto vencedor e da equipe são executados no pódio. No caso de Antonelli, isso significa a sequência entre Itália e Alemanha nas vitórias conquistadas pela Mercedes. O piloto já soma nove triunfos pela equipe e garantiu o título no último domingo.
Kallenius elogia maturidade de Antonelli aos 20 anos
Kallenius também destacou o perfil de Antonelli desde o início de sua trajetória na equipe. O dirigente afirmou estar satisfeito com o profissionalismo do jovem, promovido à Mercedes em 2025.
“Ele tem 20 anos… irradia algo que pouquíssimas pessoas têm”, afirmou o chairman da Mercedes ao comentar a maturidade e as qualidades do piloto.
Antonelli chegou à temporada de estreia cercado por questionamentos sobre estar ou não pronto para ocupar um carro de ponta. Ainda assim, a avaliação interna foi de que o italiano reúne características raras, com elogios à determinação e à compostura em um nível comparado ao de Michael Schumacher.
Comparação com Schumacher recoloca sequência rara no pódio
Dentro da Mercedes, Peter Bonnington, engenheiro da equipe, vê Antonelli como um talento geracional, em patamar comparável ao de Schumacher. A referência também aparece na estatística ligada aos hinos no pódio: além de Schumacher e Antonelli, apenas Sebastian Vettel ouviu a combinação entre os hinos da Itália e da Alemanha como vencedor.
A sequência passou a se repetir com frequência em 2026 graças à campanha de Antonelli. Até aqui, suas nove vitórias já transformaram uma tradição que incomodava Kallenius em um dos sons mais celebrados pela cúpula da Mercedes.