A decisão chamou atenção pelo formato da punição. A perda de uma posição no grid foi tratada como algo sem precedente claro, e os próprios comissários registraram que, em circunstâncias normais, o episódio renderia apenas uma advertência. Mesmo assim, a penalidade foi aplicada a Verstappen e Lawson.
Dentro da Red Bull, o lance foi classificado como “inaceitável”. A consequência imediata para Verstappen foi a queda para a quinta posição no grid de largada, enquanto Lawson inicialmente passou de oitavo para nono.
Verstappen evita se alongar, mas ironiza decisão dos comissários
Depois do anúncio da punição, Verstappen disse que se sentiu tratado de forma injusta, embora tenha evitado aprofundar a crítica. “Sim, não quero falar muito sobre isso. É o que é”, afirmou.
O piloto também reagiu ao caráter incomum da sanção. “Essa punição é novidade. Acho que vamos continuar inventando novas”, disse Verstappen, em referência ao tipo de penalidade aplicada pela FIA.
Ao comentar o fato de voltar a ser punido, Verstappen afirmou que a situação não o surpreendeu. “Isso não me parece estranho, porque isso já aconteceu antes”, declarou.
Lawson recebeu a mesma punição antes de ser desclassificado da classificação
Lawson foi punido com a mesma perda de uma posição no grid pelo toque com Verstappen no Treino Livre 2. Num primeiro momento, a sanção o derrubou de oitavo para nono no grid.
A situação do piloto, porém, mudou novamente mais tarde. Lawson acabou desclassificado da sessão de classificação, o que alterou outra vez o cenário dele para a largada.
A combinação entre a observação dos comissários de que o caso normalmente terminaria em advertência e a adoção de uma punição sem precedente definido abriu uma situação incomum para os dois pilotos, sem garantia de que o mesmo critério será repetido em incidentes parecidos.