Lewis Hamilton terminou em quarto, enquanto Charles Leclerc foi o quinto colocado. Nenhum dos dois, porém, conseguiu largar melhor do que a terceira fila no fim de semana, um cenário que pesou para a Ferrari desde o início.
“Acho que o ritmo neste fim de semana foi bom”, disse Vasseur. Em outra avaliação, o dirigente resumiu o problema: “Sim, o ritmo foi decente na corrida, mas tivemos alguns problemas com a execução.”
Qualificação virou principal ponto de atenção
Vasseur apontou a preparação da volta de aquecimento e a gestão dos pneus como fatores determinantes para a Ferrari na classificação. Na sprint, Leclerc foi terceiro, a 0s055 de George Russell. Já na qualificação principal, Hamilton terminou em sexto, a 0s624 da pole.
Segundo o chefe da Ferrari, a equipe precisa entender melhor como trabalhar os pneus nesse momento da volta lançada. Hamilton relatou a mesma dificuldade ao explicar a volta de classificação: “Os pneus ainda não estavam preparados para a primeira curva.”
Vasseur também indicou que o problema não se limitou à velocidade pura. “Temos que aprender algo com o fim de semana”, afirmou, após a Ferrari não transformar o ritmo mostrado ao longo da corrida em resultado mais forte no grid de chegada.
Largadas, pit stop e estratégia entram em revisão
Além da qualificação, Vasseur listou uma sequência de pontos que será revisada internamente pela Ferrari: largadas, pit stops e decisões estratégicas. Leclerc teve uma largada ruim e perdeu posição para Oscar Piastri. Depois, a equipe ainda perdeu posições após a segunda largada, em um reinício provocado por bandeira vermelha, e um pit stop lento do monegasco dificultou a recuperação.
“É um tipo de confusão, e é uma pena porque acho que o ritmo era forte”, disse Vasseur.
Depois da etapa, a Ferrari aparece em segundo lugar no campeonato, 87 pontos atrás da Mercedes. A McLaren também se aproximou na disputa e reduziu a diferença para a Ferrari em 75 pontos.
































