Segundo Hamilton, o carro apresentou um comportamento ruim principalmente nos dois primeiros stints, com a frente “puxando” e pouca resposta para sustentar o ritmo dos líderes. “Basicamente, me faltou ritmo nos dois primeiros stints”, disse o piloto após a corrida.
Ao longo da prova, a Mercedes tentou corrigir o problema nas paradas, aumentando a asa dianteira em cada pit stop. Mesmo com os ajustes, Hamilton disse que perdeu oito segundos para os líderes, diferença que pesou na disputa pelas posições mais altas.
Mercedes mudou a asa dianteira nas paradas
Hamilton afirmou que a equipe precisará revisar como chegou a essa configuração. “Precisamos realmente analisar como chegamos a esse ponto”, declarou, ao comentar o acerto usado na corrida.
A mudança progressiva na asa dianteira durante os boxes indica que a Mercedes buscou recuperar carga na frente do carro à medida que a prova avançava, depois de identificar a limitação do acerto inicial. O problema afetou justamente a fase em que Hamilton precisava se manter próximo dos primeiros colocados para entrar na disputa pelo top 3.
Escolha de pneus também entrou na conta
Além do acerto, Hamilton também avaliou que a estratégia de pneus poderia ter sido diferente. Ele escolheu usar dois jogos de médios por acreditar que os duros não funcionariam, mas depois reconheceu que outra opção teria sido melhor. “Olhando agora, dois pneus duros teriam sido a melhor escolha”, afirmou.
Na parte final da corrida, um safety car virtual acabou com qualquer possibilidade de reação mais forte. Hamilton comentou que a chance de disputar posição com Max Verstappen teria sido atraente. “Seria incrível”, resumiu.
Briga pelo segundo lugar segue apertada
Apesar da frustração com o resultado em Austin, Hamilton deixou a etapa muito próximo de George Russell na disputa pelo segundo lugar no campeonato de pilotos. A diferença entre os dois caiu para apenas um ponto.
































