A posição de largada será a 22ª, consequência direta da soma das punições. Mesmo partindo de trás, Bortoleto afirmou que ainda enxerga chance de construir uma corrida de recuperação. “Acho que dá para fazer uma boa corrida, fazer ultrapassagens”, disse depois da classificação.
Fim do grid aumenta dificuldade para o brasileiro
O cenário obriga Bortoleto a pensar em uma prova de progresso desde as primeiras voltas, mas sem ignorar as limitações do pacote. A combinação entre a largada no fim do grid e a necessidade de ultrapassar vários carros transforma a recuperação em uma tarefa mais complexa do que apenas ganhar posições na largada.
O próprio piloto tratou a missão com cautela. Ele indicou que a corrida pode oferecer oportunidades, mas sem esconder que a escalada no pelotão será difícil. A pista aparece como um fator que pode ajudar justamente por permitir disputas e ultrapassagens ao longo da prova.
Déficit de motor entra na conta para buscar posições
Bortoleto também apontou o principal obstáculo técnico para converter essas oportunidades em avanço real. “A gente sabe que tem um déficit de motor”, afirmou ao comentar o que pode pesar contra seu desempenho durante a corrida.
Essa limitação tende a influenciar tanto as tentativas de ataque quanto a capacidade de se defender quando estiver no meio do tráfego. Em uma prova em que sair do fim do grid exige ultrapassar com frequência, qualquer perda de desempenho em reta ganha peso maior.
Mesmo com esse quadro, Bortoleto evitou descartar uma reação mais forte no domingo. “Nada é impossível, sempre pode acontecer alguma coisa”, disse ao projetar a corrida, ainda sustentando a possibilidade de aproveitar as chances que aparecerem ao longo do GP.
































