A avaliação surge num momento em que a Racing Bulls caminha para sua melhor campanha no campeonato de construtores. Ao mesmo tempo, a equipe segue com a função de desenvolver pilotos para a Red Bull, o que pesa diretamente na discussão sobre quem deve ocupar um de seus carros no próximo ciclo.
Marko invoca a filosofia da Red Bull para defender aposta interna
Ao comentar a linha adotada pelo grupo na escolha de pilotos, Marko citou uma frase de Dietrich Mateschitz para justificar a preferência por nomes formados dentro do próprio sistema. “Eu concordo com um ditado de Mateschitz: ‘Nós não compramos estrelas, nós fazemos estrelas’”, disse.
Na prática, a frase foi usada por Marko para tratar da disputa direta entre Lawson e Tsolov. O dirigente foi objetivo ao apontar seu lado nessa decisão: “A decisão difícil entre Liam Lawson e Nikola Tsolov deveria, na verdade, favorecer Tsolov.”
Lawson vira ponto em aberto enquanto Hadjar aparece mais protegido
A situação de Lawson ganha mais destaque porque Isack Hadjar está ligado à Red Bull por pelo menos mais alguns anos, o que reduz a margem para mudanças do outro lado da garagem. Com isso, o futuro de Lawson aparece como a peça mais sensível na montagem da Racing Bulls para 2027.
O debate sobre uma eventual troca, porém, ainda não representa uma definição oficial. A possibilidade de Lawson perder espaço para Tsolov segue como tema em discussão, não como decisão consumada.
Além de Lawson, os nomes ligados ao ambiente de escolhas da Red Bull para o futuro incluem Arvid Lindblad, Yuki Tsunoda e até referências externas no mercado, mas a fala de Marko tratou especificamente da comparação entre Lawson e Tsolov. No cenário atual, a indicação feita por ele favorece o piloto búlgaro como opção para uma equipe que continua sendo usada pela Red Bull como plataforma de formação.