Para a etapa, a Pirelli definiu a faixa C2, C3 e C4 como opções de pneus duro, médio e macio, respectivamente. A fornecedora avalia que o desgaste físico da borracha pode pesar mais no desempenho nesta prova. Em análise técnica, a empresa afirmou que “o desgaste físico da borracha poderá ter um impacto maior sobre o desempenho”.
Asfalto envelhecido aumenta atenção com a degradação
O Circuito das Américas tem 5,513 quilômetros e receberá uma corrida de 56 voltas. Segundo a Pirelli, embora o piso não seja considerado especialmente abrasivo, o envelhecimento da superfície eleva os níveis de desgaste. A fabricante resumiu esse cenário ao dizer que “embora o asfalto não seja considerado especialmente abrasivo, o envelhecimento contribui para níveis elevados de desgaste”.
Em 2026, o traçado passou por recapeamento entre as curvas 9 e 11, o que adiciona mais um elemento de observação para as equipes durante as atividades de pista. A forma como esse trecho vai interagir com o restante do asfalto pode influenciar a leitura sobre temperatura, equilíbrio do carro e conservação dos pneus.
Estratégia de boxes deve ganhar peso na corrida
Outro fator relevante é o custo de uma parada. A perda estimada em uma passagem pelos boxes é de aproximadamente 21,5 segundos, número que aumenta a importância de acertar o momento do pit stop e o uso de cada composto. Em 2025, a maioria dos pilotos utilizou a combinação médio-macio, referência que ajuda a compor o quadro estratégico para a edição deste ano, ainda que as condições de pista e temperatura possam alterar esse cenário.
A própria Pirelli indicou que o desafio não será apenas escolher o composto mais rápido, mas entender o limite de uso de cada pneu ao longo dos stints. “As equipes precisarão avaliar cuidadosamente até que ponto será possível exigir desempenho máximo dos compostos”, afirmou a fornecedora.