A percepção sobre a entrada de Wolff na categoria foi lembrada pela jornalista Julianne Cerasoli, do UOL Esporte, ao comentar como ele era visto naquele momento. “As pessoas diziam: esse cara é meio jovem, não é do meio”, afirmou.
Antes da Mercedes, Wolff também teve passagem pela Williams. Ao longo desse período na F1, consolidou sua posição no comando da equipe alemã e passou a discutir publicamente como imagina a estrutura do time quando deixar a função atual.
Wolff prevê divisão de funções no futuro da equipe
Ao falar sobre a sucessão na Mercedes, Wolff indicou que não espera uma troca simples de comando concentrada em um único nome. “Haverá uma estrutura de gestão sólida”, disse o chefe da equipe.
Na mesma conversa, ele detalhou que suas atribuições devem ser redistribuídas internamente. “Acredito que o meu trabalho vai ser dividido entre duas ou três pessoas”, afirmou.
O cenário tratado por Wolff inclui a possibilidade de ele assumir futuramente um cargo de chairman na Mercedes depois de encerrar seu ciclo como chefe de equipe. A fala aponta para uma reorganização mais ampla do comando, em vez de uma sucessão direta nos moldes tradicionais.
Mercedes segue na disputa esportiva em 2026
A discussão sobre o futuro da gestão acontece enquanto a Mercedes continua em posição de destaque no campeonato. Em 2026, Kimi Antonelli aparece cada vez mais perto do primeiro título, mantendo a equipe no centro da briga esportiva da temporada.
Esse contexto faz com que Wolff siga acumulando peso nas decisões esportivas e administrativas da Mercedes ao mesmo tempo em que começa a desenhar a estrutura para a fase seguinte. A projeção apresentada por ele é de uma divisão formal de responsabilidades, com mais de uma pessoa absorvendo o conjunto de funções que hoje está concentrado em seu cargo.